Hoje deu para notar as prioridades aqui em casa.
Uma assadeira de vidro simplesmente explodiu em nossa cozinha enquanto minha esposa fazia o almoço. Prontamente fui ajuda-la mas, na correria, esqueci de por um chinelo.
Não deu outra: fiz um belo corte no dedão do pé de uns 3 centímetros. E fundo.
Nem preciso dizer que doeu pra cacete, fora o sangue escorrendo. Estava difícil de colocar o pé no chão e eu precisava de uma bandagem urgente.
No que minha esposa diz:
"Tira a vasilha da Cléo do chão para ver se não caiu nada dentro!"
Tudo bem... Eu sei que a cachorrinha sempre vai estar na minha frente... E eu continuava sangrando. Até que ela me solta:
"Será que caiu alguma coisa no feijão?"
É, eu já imaginava que eu não seria a prioridade de nada, mas perder para o feijão não dá!
Bola Online
Opa, alguma coisa me ocorreu e eu escrevi aqui!!! Mas escrevi ignorando a Nova Gramática da Língua Portuguesa.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A Garota da Capa Vermelha
Catherine Hardwicke é um nome que me dá arrepios. Ela começou bem com um pertubador Aos Treze, mas tem em seu currículo um tal de Crepúsculo que tira todo seu crédito.
Mas vamos ser justos: a culpa não é dela, pois uma pessoa que leu o livro (e odiou) e viu o filme disse que a versão do cinema é 20 mil vezes melhor que a escrita.
E aqui, para mim, era a prova dos nove. Uma adaptação de um conto infantil para um público jovem. E eu acho que ela se saiu bem por uma simples razão: ao invés de ser original, ela simplesmente ignorou a adaptação dos Irmãos Grimm, que ensinava uma lição de moral sobre confiar em estranhos.
Para quem não sabe (no caso, muita gente, pelos comentários nos sites sobre o filme) a história de Chapeuzinho Vermelho contada oralmente não é aquela coisa fofa, onde o lobo engole a vovó e a menina e um lenhador tira as duas vivas da barriga do mesmo. No original, a Chapéuzinho chega a comer a carne e beber o sangue da avó morta e o lobo tenta comer a garota no sentido fornicatório do verbo.
Aqui, no lugar do Lobo Mau, temos um lobisomem (desta vez, peludo) que aterroriza um vilarejo próximo a uma floresta. Depois de anos de trégua, ele volta a atacar e mata a irmã de Valerie (Amanda Seyfried). Para ajudar na guerra contra um lobisomem, nada melhor que o próprio Conde Drácula travestido de padre inquisidor. O problema é que a semana é de lua cheia em tom avermelhado, quem for mordido pelo bicho vai se transformar em um da espécie.
O filme é tenso, tem violência, adultério, falsidade... tão bom quanto a Branca de Neve de gente grande.
E falando nela... logo teremos uma novidade. Aliás, duas! E para todos os gostos!
Disso eu gostei
A fotografia contrastante entre o vermelho da capa ou do sangue na neve é linda.
Disso que não gostei
Valerie recebe a capa vermelha de sua avó e o maior significado disso é dar crédito ao título do filme. Se fosse um cachecol para proteger do frio teria mais sentido.
Recomendação
Tem um certo suspense para saber quem é o lobisomem da história, um romance que não chega a atrapalhar e muitos segredos que nunca deveriam ser revelados, mas que explicam muita coisa!
Ficha técnica
Título original: Red Riding Hood
Diretor: Catherine Hardwicke
Elenco: Amanda Seyfried, Gary Oldman, Billy Burke, Shiloh Fernandez, Max Irons, Virginia Madsen, Lukas Haas, Julie Christie
Mas vamos ser justos: a culpa não é dela, pois uma pessoa que leu o livro (e odiou) e viu o filme disse que a versão do cinema é 20 mil vezes melhor que a escrita.
E aqui, para mim, era a prova dos nove. Uma adaptação de um conto infantil para um público jovem. E eu acho que ela se saiu bem por uma simples razão: ao invés de ser original, ela simplesmente ignorou a adaptação dos Irmãos Grimm, que ensinava uma lição de moral sobre confiar em estranhos.
Para quem não sabe (no caso, muita gente, pelos comentários nos sites sobre o filme) a história de Chapeuzinho Vermelho contada oralmente não é aquela coisa fofa, onde o lobo engole a vovó e a menina e um lenhador tira as duas vivas da barriga do mesmo. No original, a Chapéuzinho chega a comer a carne e beber o sangue da avó morta e o lobo tenta comer a garota no sentido fornicatório do verbo.
Aqui, no lugar do Lobo Mau, temos um lobisomem (desta vez, peludo) que aterroriza um vilarejo próximo a uma floresta. Depois de anos de trégua, ele volta a atacar e mata a irmã de Valerie (Amanda Seyfried). Para ajudar na guerra contra um lobisomem, nada melhor que o próprio Conde Drácula travestido de padre inquisidor. O problema é que a semana é de lua cheia em tom avermelhado, quem for mordido pelo bicho vai se transformar em um da espécie.
O filme é tenso, tem violência, adultério, falsidade... tão bom quanto a Branca de Neve de gente grande.
E falando nela... logo teremos uma novidade. Aliás, duas! E para todos os gostos!
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| Porque esses olhos tão grandes, Amanda? |
Disso eu gostei
A fotografia contrastante entre o vermelho da capa ou do sangue na neve é linda.
Disso que não gostei
Valerie recebe a capa vermelha de sua avó e o maior significado disso é dar crédito ao título do filme. Se fosse um cachecol para proteger do frio teria mais sentido.
Recomendação
Tem um certo suspense para saber quem é o lobisomem da história, um romance que não chega a atrapalhar e muitos segredos que nunca deveriam ser revelados, mas que explicam muita coisa!
Ficha técnica
Título original: Red Riding Hood
Diretor: Catherine Hardwicke
Elenco: Amanda Seyfried, Gary Oldman, Billy Burke, Shiloh Fernandez, Max Irons, Virginia Madsen, Lukas Haas, Julie Christie
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
A Hora do Espanto
Quando soube que ia ser feito um remake de A Hora do Espanto, tive um certo receio da bomba que estaria por vir.
Não que o original fosse uma obra prima sobre os vampiros. Longe disso. Na verdade, a coisa é um pouco mais sentimental pois esse (na verdade, a sua continuação) foi o primeiro filme que assisti sozinho no cinema!
Quer dizer, não tão sozinho, poius fui com meu primo. Mas, pela primeira vez, eu era a pessoa mais velha da turma a encarar a telona. E meu vício por cinema começou ali, aos 13 anos de idade. E, como não podia ser diferente, meu fascínio por filmes de vampiros.
A história é a mesma: Charlie Brewster é um adolescente que permeia entre a nerdice com os amigos de iinfância e a popularidade com a namorada gatinha da escola. Tudo ia bem até que ele descobre ser vizinho de um charmoso vampiro.
Claro, como o Colin Farrel não brilha no sol e tem um olhar de "vou te comer todinha" para qualquer garota que passe por ele, não é a toa que ninguém vai acreditar no Charlie que vampiros existem.
Ai ele apela para Peter Vincent, um falso caçador de vampiros, que vai buscar em todas os mitos sobre o monstro uma maneira de ajudar Charlie a se salvar.
Aliás, assim como no original, as interações com as "regras" que podem ou não serem verdade são o mais bacana do filme.
Disso eu gostei
Arrumaram um Peter Vincent tão picareta quanto o original. Isso ficou bem legal.
Disso eu não gostei
Como o filme teve uma versão 3D, é claro que algum sangue ia espirrar na tela. Esse tipo de adaptação imbecil é o que faz eu fugir desse tipo de exibição. E pior, fica ainda mais ridículo no DVD.
Recomendação
O filme tem os recursos modernos de efeitos especiais, mas com a mesma despretenção de qualquer terrir oitentisma. Um remake de respeito.
Ficha técnica
Título original: Fright Night
Diretor: Craig Gillespie
Elenco: Anton Yelchin, Colin Farrell, Toni Collette, Christopher Mintz-Plasse, David Tennant, Imogen Poots
Não que o original fosse uma obra prima sobre os vampiros. Longe disso. Na verdade, a coisa é um pouco mais sentimental pois esse (na verdade, a sua continuação) foi o primeiro filme que assisti sozinho no cinema!
Quer dizer, não tão sozinho, poius fui com meu primo. Mas, pela primeira vez, eu era a pessoa mais velha da turma a encarar a telona. E meu vício por cinema começou ali, aos 13 anos de idade. E, como não podia ser diferente, meu fascínio por filmes de vampiros.
A história é a mesma: Charlie Brewster é um adolescente que permeia entre a nerdice com os amigos de iinfância e a popularidade com a namorada gatinha da escola. Tudo ia bem até que ele descobre ser vizinho de um charmoso vampiro.
Claro, como o Colin Farrel não brilha no sol e tem um olhar de "vou te comer todinha" para qualquer garota que passe por ele, não é a toa que ninguém vai acreditar no Charlie que vampiros existem.
Ai ele apela para Peter Vincent, um falso caçador de vampiros, que vai buscar em todas os mitos sobre o monstro uma maneira de ajudar Charlie a se salvar.
Aliás, assim como no original, as interações com as "regras" que podem ou não serem verdade são o mais bacana do filme.
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| Nunca ter bafo de alho tem suas vantagens... |
Disso eu gostei
Arrumaram um Peter Vincent tão picareta quanto o original. Isso ficou bem legal.
Disso eu não gostei
Como o filme teve uma versão 3D, é claro que algum sangue ia espirrar na tela. Esse tipo de adaptação imbecil é o que faz eu fugir desse tipo de exibição. E pior, fica ainda mais ridículo no DVD.
Recomendação
O filme tem os recursos modernos de efeitos especiais, mas com a mesma despretenção de qualquer terrir oitentisma. Um remake de respeito.
Ficha técnica
Título original: Fright Night
Diretor: Craig Gillespie
Elenco: Anton Yelchin, Colin Farrell, Toni Collette, Christopher Mintz-Plasse, David Tennant, Imogen Poots
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